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Desde a origem da religião ouvimos falar
de “Sete Linhas de
Umbanda” e cada um
ensinou o que era sete linhas da sua forma, mas ninguém havia ensinado o que
é a essência das sete linhas que absorve em si todas as formas.
A espiritualidade através da mediunidade
de Rubens Saraceni nos esclareceu que as Sete Linhas de Umbanda são as sete vibrações de Deus, pois tudo ele cria de
forma sétupla, como as sete cores do arco íris em sintonia com nossos sete
chacras. Isto é essência, pois na forma:
para
os que acham que sete
linhas de Umbanda são Sete Orixás,
dizemos sete Orixás são manifestadores de sete vibrações,
para
os que acham que sete
linhas de Umbanda são sete santos católicos, dizemos sete santos se
manifestam em sete vibrações,
para
os que dizem que sete
linhas de Umbanda são sete cores do arco íris e dizemos sete cores do arco
íris é a manifestação visual das sete vibrações de Deus,
para
os que acham que sete
linhas de Umbanda são sete arcanjos, voltamos mais uma vez em sete
vibrações de Deus, pois sete linhas também não cabe em uma forma mas são sim
a essência de tantas interpretações.
Quando encontrar alguém discutindo quais
são as verdadeiras sete
linhas de umbanda
lembre-se disso: estão discutindo sobre a forma e a forma pouco importa, cada
um faz sob o seu ponto de vista o que importa é a essência.
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Segundo a
ENCICLOPÉDIA DIGITAL 2002: A Umbanda
trabalha com sete linhas, que são faixas de vibração espiritual,
cada qual sendo representada e chefiada por um orixá. Cada linha é
subdividida em falanges, que por sua vez se subdividem em subfalanges,
por sua vez divididas em
bandas. As bandas se ramificam em sete legiões,
repartidas em sete sublegiões. Estas, por fim, subdividem-se em sete
povos.
A primeira linha é chefiada por
Oxalá e também é denominada linha de Santo, pois abrange os santos da
Igreja Católica em geral.
A segunda linha é a linha de
Iemanjá, que engloba as ondinas, caboclas do mar e outras entidades
relacionadas à água.
A terceira linha, do Oriente ou
de São João Batista, é formada por médicos, sacerdotes, hindus etc.
A quarta linha, a linha de
Oxóssi, é a composta de caboclos e caboclas, ou seja, índios, sendo
comandada por São Sebastião.
Na quinta linha, a de Xangô,
comandada por São Jerônimo, trabalha Santa Bárbara, caboclos e
pretos-velhos.
A sexta linha é a linha de Ogum
ou São Jorge, que lidera caboclos e soldados romanos.
A sétima linha é a linha
Africana ou de São Cipriano, onde trabalha todo o povo da Costa do Congo,
de Angola e todo povo da África.
A umbanda é uma religião de culto material,
baseada na mediunidade, na
magia, com seus rituais
e liturgias próprias. Dentre estes se destacam o ponto riscado e o ponto
cantado.
A umbanda obedece a diversos rituais que
incluem os banhos de ervas considerados sagrados, defumações com incensos,
o uso de velas e de bebidas alcoólicas e os famosos passes, onde o médium utiliza a fumaça de
seu charuto ou cachimbo, mantendo suas mãos postas, de frente para o
consulente, realizando movimentos de cima para baixo, no intuito de
neutralizar as más influências que porventura possa estar sofrendo o
indivíduo que o consulta. [47]
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